Nosso Patrono

 

Eduardo Ballerini

Eduardo Seabra De Mello Ballerini nasceu em Santos, 23/09/1966 e faleceu em 19/05/1989, aos 22 anos.


Cursou o primeiro grau na "Escola Pequeno Príncipe", e o segundo grau no " Colégio Humanitas", ambos em Santos.

Cursou o primeiro ano da "Faculdade de Engenharia Mauá", em São Caetano, tendo trancado a matrícula. Cursou o primeiro ano da "Faculdade Católica de Direito de Santos", até transferir-se para São Paulo. Em novo vestibular, adentrou a "Faculdade de Direito do Largo São Francisco", onde cursava seu terceiro ano.
Formado administrador de empresas, na FACESP "Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo(1988).


Em, vida era um rapaz simples, sensível e alegre, que amava a família, os amigos e a natureza.
Dedicou-se com interesse a pesquisas e estudos de assuntos místicos e astrológicos, voltados à origem do Homem em seu Universo.


Possuía um profundo sentimento espiritualista, sempre preocupado com a Paz no Mundo e a Felicidade de seus semelhantes. Dedicou-se a poesia desde os nove anos de idade, deixando um acervo de centenas delas, crônicas e pensamentos.


Partiu como viveu, feito um Anjo, Que veio à terra em missão especial para ensinar-nos os desígnios do Criador. Como exemplo deixou a sua própria vida.          

 

 

VOA, POETA, VOA.

Voa, poeta, voa

Com tuas asas sensíveis que agarram o Tudo e o Nada

Por entre mentes confusas que procuram verdades

Voa, poeta, voa

Com tuas idéias que nem mesmo conheces

Por entre estrelas que te convidam a brilhar

Voa, poeta, voa

Com teu corpo nu, despido de máscaras risonhas

Por entre verdes vales que azulam

Tua aura transparente.

Voa, poeta, voa

Com tuas mãos que choram tinta metilena, tua alma de Papel

Por entre labirintos de infinitas saídas

Voa, poeta

Com tuas veias que conduzem idéias

Por Vietnã, Veneza e Marte

Poeta

Sem direção, sem rumo, vê a luz

Por entre cadernos e almaços em branco

Poeta, nunca pares de voar

Se quebrares as asas, se perderes os olhos

ou se estourarem tuas veias

Voa! Voa! Voa!

Poeta, Nunca pares de Voar

Mesmo que a terra firme, um dia, venha a te chamar.

06/11/86

Eduardo Seabra de Mello Ballerini

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